| Ana Paula Valadão está grávida novamente |
Em seu blog oficial a cantora Ana Paula Valadão, líder do ministério Diante do Trono, anunciou que está grávida de seu segundo filho (ou filha), confira o relato da cantora: Na pressão de tantos compromissos eu percebi que algo estava diferente em meu corpo, mas deixei pra “pensar” nisso quando voltasse para casa. Ficava muito cansada, sonolenta, “enjoada”, mas achava que era o cansaço da própria viagem e das comidas tão diferentes. E foi então que o Gustavo me fez uma surpresa. Ao chegar um dia à tarde, depois de uma ministração, vi sobre a cama um buquê de flores e duas caixinhas de exame de gravidez. Já estávamos orando por outro milagre há dois anos. Mal pude acreditar quando o resultado apareceu: positivo! Ficamos maravilhados! E fazendo as contas, percebemos o propósito de Deus em fazermos tantas viagens juntos como família! O Senhor moveu pessoas e circunstâncias para que o Gustavo saísse da Índia e nos encontrasse no EUA. Ali recebemos essa dávida de mais um filho, e descobrimos juntos, em Jerusalém, que essa jóia preciosa está sendo formada dentro de mim! Propósitos soberanos do Senhor! Ana Paula já anunciou que está mudando seus planos para o futuro, pois não está segura se terá tempo para conciliar tantos compromissos com a vinda desta nova criança. São aproximadamente dois meses de gestação, por isso ainda não da para saber o sexo da criança, mas Isaque, o primeiro filho da cantora, diz já estar feliz pelo simples fato de ter em breve mais alguém em casa para brincar. A cantora agradeceu muito as várias manifestações dos fãs e pediu muita oração para ela, a família e a nova criança que vem por ai. A agenda permanece e o Diante do Trono continua realizando shows e ministrações pelo Brasil e o mundo. |
Marcadores: →Notícias do Mundo Gospel
Música, visão bíblica
A música é a maneira que as pessoas se expressam por meio de som, produzindo tons numa ordem específica para apresentar uma obra de beleza e interesse.
Há três categorias de instrumentos musicais usados para fazer música, os de corda, de sopro e de percussão.
A música provavelmente começou com o discurso cantado e só depois de algum tempo se desenvolveu e se tornou uma canção, que mais tarde foi acompanhado por instrumentos musicais. A música , como nós conhecemos, é complexa. É um luxo e uma forma de entretenimento. Em tempos antigos, no entanto, a música era uma expressão básica da vida diária, do trabalho e da adoração. A frase "cantai ao Senhor" é comum no Velho Testamento (Êxodo 15:21), mas a nação judia não era a única a usá-la.
Na verdade, todas as religiões trazem a natureza humana um impulso natural de cantar. As instruções "cantai ao Senhor" era um sinal ao povo que derramasse a sua adoração em músicas. A bíblia nos fala só uma quantidade limitada sobre a música na antiga Israel. Como não existia a escrita musical, todos os registros primários das músicas cantadas pelos hebreus esta no livro de Salmos. As poucas instruções musicais que possui não tem um significado certo.
Apesar da bíblia nos dar um tanto de informação limitada quanto a música nos velhos tempos, podemos ver claramente que a musica era importante para as pessoas na bíblia.
A MÚSICA NO VELHO TESTAMENTO
A música é mencionada logo no início e constantemente na bíblia. A primeira referência é a "Jubal É o pai de todos os que tocam harpa e flauta" (Gênesis 4:21). Essa descrição de um músico tão cedo na história mostra a sua importância. Ele tem uma posição igual de importância a de seus irmãos Jabal, pastor de rebanho, e Tubal-Caim, ferreiro.
A composição de música é reconhecida entre as profissões mais antiga do povo normândico. Acredita-se que o nome Jubal venha da palavra hebraica que significa "carneiro". O chifre do carneiro (shofar) era um instrumento antigo do povo judeu e sinalizava eventos importantes. Mais adiante na história bíblica, depois que a música se tornou uma parte principal na adoração no templo, a música ganhou um significado especial. Há relatos de música em tempos de despedida (Gênesis 31:27), em tempos de regozijo e banquetes (Isaías 5:12), em vitórias militares (2 Crônicas 20:27-28) e no trabalho (Isaías 16:10).
A maioria dessas músicas provavelmente eram cruas e primitivas, especialmente as que eram associadas a avanços militares, que a intenção era amedrontar o inimigo (Juízes 7:17-20). A música e a dança que recebeu Moisés enquanto ele descia da montanha é descrita como sendo "Alarido de guerra...no arraial" (Êxodo 32:17-18). Na história primitiva do povo judeu, a mulher tinha uma parte importante na performance da música. A imagem das mulheres cantando e dançando com júbilo, acompanhadas pelos instrumentos de percussão, é repetida várias vezes. Quando Jerusalém se tornou o centro religioso do povo hebreu (950-850 A.C.), o papel do músico profissional se tornou mais importante.
A MÚSICA NO NOVO TESTAMENTO
Já no tempo de Cristo, a sinagoga havia se tornado o lugar principal de adoração para o povo judeu. Começou como um lugar para o estudo da lei e gradualmente se tornou o centro de adoração para judeus que não podiam freqüentar o templo.
O culto litúrgico do templo não podia ser duplicado na sinagoga, já que não tinha rito de sacrifício. A música também não podia ser exatamente reproduzida, pois não havia um cantor levita treinado. O coral foi substituído por um único cantor. A cantoria dos Salmos foi gradualmente transferida do templo para a sinagoga, o que acabou influenciando as primeiras igrejas cristãs.
AS CULTURAS GREGA E ROMANA
Apesar de o templo e a sinagoga serem familiares aos cristãos primitivos (Atos 2:46-47; 9:20), as culturas grega e romana também tiveram uma parte importante em moldar a igreja. No tempo de Cristo, o helenismo já tinha a muito tempo se infiltrado no Oriente Médio, apesar dos líderes judeus se oporem, a arte grega já havia permeado na cultura judaica. Os rabinos judeus consideravam a música uma forma de louvar a Deus. Já os filósofos gregos encaravam-na como uma força moral poderosa na criação e os romanos consideravam-na uma forma de entretenimento.
Uma razão pela qual a igreja primitiva não incluiu a música instrumental em seu louvor foi em reação ao uso secular degradativo dos instrumentos pelos romanos. Essa pesquisa indica a diversidade na composição de músicas nos tempos bíblicos. As pessoas de gerações passadas usavam a música como escape natural para as suas emoções e idéias. Ao manter a tradição cristã, a música permanece uma parte principal de como nós expressamos o que sentimos em relação a Deus e as nossas vidas.
Fonte: iLúmina
Marcadores: → Estudos
→ A oração eficaz
A Oração Eficaz
“Elias subiu ao cume do Carmelo, e se inclinou por terra, e meteu o seu rosto
entre os seus joelhos. E disse ao seu moço: Sobe agora e olha para a banda do mar. E subiu, e olhou, e disse: Não há nada. Então, disse ele: Torna lá sete vezes. E sucedeu que, à sétima vez, disse: Eis aqui uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar. Então, disse ele: Sobe e dize a Acabe: Aparelha o teu carro e desce, para que a chuva te não apanhe. E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva; e Acabe subiu ao carro e foi para Jezreel”. 1Rs 18.42b-45
A oração é uma comunicação multifacetada entre os crentes e o Senhor. Além de palavras como “oração” e “orar”, essa atividade é descrita como invocar a Deus (Sl 17.6). Invocar o nome do Senhor (Gn 4.26), clamar ao Senhor (Sl3.4), levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), buscar ao Senhor (Is 55.6), aproximar-se do trono da graça com confiança (Hb 4.16) e chegar perto de Deus (Hb 10.22).
MOTIVOS PARA A ORAÇÃO.
A Bíblia apresenta motivos claros para o povo de Deus orar.
1) Antes de tudo, Deus ordena que o crente ore. O mandamento para orarmos vem através dos salmistas (1Cr 16.11; Sl 105.4), dos profetas (Is 55.6; Am 5.4,6), dos apóstolos (Ef 6.17,18; Cl 4.2; 1Ts 5.17) e do próprio Senhor Jesus (Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24). Deus aspira a comunhão conosco; mediante a oração, mantemos o nosso relacionamento com Ele.
2) A oração é o elo de ligação que carecemos para recebermos as bênçãos de Deus, o seu poder e o cumprimento das suas promessas. Numerosas passagens bíblicas ilustram esse princípio. Jesus, por exemplo, prometeu aos seus seguidores que receberiam o Espírito Santo se perseverassem em pedir, buscar e bater à porta do seu Pai celestial (Lc 11.5-13). Por isso, depois da ascensão de Jesus, seus seguidores reunidos permaneceram em constante oração no cenáculo (At 1.14) até o Espírito Santo ser derramado com poder (At 1.8) no dia de Pentecostes (At 2.1-4). Quando os apóstolos se reuniram após serem libertos da prisão pelas autoridades judaicas, oraram fervorosamente para o Espírito Santo lhes conceder ousadia e autoridade divina para falarem a palavra dEle. “E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” (At 4.31). O apóstolo Paulo freqüentemente pedia oração em seu próprio favor, sabendo que a sua obra não prosperaria se os crentes não orassem por ele (Rm 15.30-32; 2Co 1.11; Ef 6.18, 20; Fp 1.19; Cl 4.3,4). Tiago declara inequivocamente que o crente pode receber a cura física em resposta à “oração da fé” (Tg 5.14,15).
3) Deus, no seu plano de salvação da humanidade, estabeleceu que os crentes sejam seus cooperadores no processo da redenção. Em certo sentido, Deus se limita às orações santas, de fé e incessantes do seu povo. Muitas coisas não serão realizadas no reino de Deus se não houver oração intercessória dos crentes (ver Êx 33.11). Por exemplo: Deus quer enviar obreiros para evangelizar. Cristo ensina que tal obra não será levada a efeito dentro da plenitude do propósito de Deus sem as orações do seu povo: “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara” (Mt 9.38). Noutras palavras, o poder de Deus para cumprir muitos dos seus propósitos é liberado somente através das orações contritas do seu povo em favor do seu reino. Se não orarmos, poderemos até mesmo estorvar a execução do propósito divino da redenção, tanto para nós mesmos, como indivíduos, quanto para a igreja coletivamente.
REQUISITOS DA ORAÇÃO EFICAZ.
Nossa oração para ser eficaz precisa satisfazer certos requisitos.
1) Nossas orações não serão atendidas se não tivermos fé genuína, verdadeira. Jesus declarou abertamente: “Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis” (Mc 11.24). Ao pai de um menino endemoninhado, Ele falou assim: “Tudo é possível ao que crê” (Mc 9.23). O autor de Hebreus admoesta-nos assim: “Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé” (Hb 10.22), e Tiago encoraja-nos a pedir com fé, não duvidando (Tg 1.6; cf. 5.15).
2) Além disso, a oração deve ser feita em nome de Jesus. O próprio Jesus expressou esse princípio ao dizer: “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (Jo 14.13,14). Nossas orações devem ser feitas em harmonia com a pessoa, caráter e vontade de nosso Senhor (ver Jo 14.13).
3) A oração só poderá ser eficaz se feita segundo a perfeita vontade de Deus. “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo 5.14). Uma das petições da oração modelo de Jesus, o Pai Nosso, confirma esse fato: “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu” (Mt 6.10; Lc 11.2; note a oração do próprio Jesus no Getsêmani, Mt 26.42). Em muitos casos, sabemos qual é a vontade de Deus, porque Ele no-la revelou na Bíblia. Podemos ter certeza que será eficaz toda oração realmente baseada nas promessas de Deus constantes da sua Palavra. Elias tinha certeza de que o Deus de Israel atenderia a sua oração por meio do
fogo e, posteriormente, da chuva, porque recebera a palavra profética do Senhor (18.1) e estava plenamente seguro de que nenhum deus pagão era maior do que o Senhor Deus de Israel, nem mais poderoso (18.21-24).
4) Não somente devemos orar segundo a vontade de Deus, mas também devemos estar dentro da vontade de Deus, para que Ele nos ouça e atenda. Deus nos dará as coisas que pedimos, somente se buscarmos em primeiro lugar o seu reino e sua justiça (ver Mt 6.33). O apóstolo João declara que “qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável à sua vista” (1Jo 3.22). Obedecer aos mandamentos de Deus, amá-lo e agradá-lo são condições prévias indispensáveis para termos resposta às orações. Tiago ao escrever que a oração do justo é eficaz, refere-se tanto à pessoa que foi justificada pela fé em Cristo, quanto à pessoa que está a viver uma vida reta, obediente e temente a Deus — tal qual o profeta Elias (Tg 5.16-18; Sl 34.13,14). O AT acentua este mesmo ensino. Deus tornou claro que as orações de Moisés pelos israelitas eram eficazes por causa do seu relacionamento obediente com o Senhor e da sua lealdade a Ele (ver Êx 33.17). Por outro lado, o salmista declara que se abrigarmos o pecado em nossa vida, o Senhor não atenderá as nossas orações (Sl 66.18; ver Tg 4.5 nota). Eis a razão principal por que o Senhor não atendia as orações dos israelitas idólatras e ímpios (Is 1.15). Mas se o povo de Deus arrepender-se e voltar-se dos seus caminhos ímpios, o Senhor promete voltar a atendê-lo, perdoar seus pecados e sarar a sua terra (2Cr 7.14; cf. 6.36-39; Lc 18.14). Note que a oração do sumo sacerdote pelo perdão dos pecados dos israelitas no Dia da Expiação não seria atendida se antes o seu próprio estado pecaminoso não fosse purificado (ver Êx 26.33).
(5) Finalmente, para uma oração eficaz, precisamos ser perseverantes. É essa a lição principal da parábola da viúva importuna (Lc 18.1-7; ver 18.1). A instrução de Jesus: “Pedi... buscai... batei”, ensina a perseverança na oração (ver Mt 7.7,8). O apóstolo Paulo também nos exorta à perseverança na oração (Cl 4.2 nota; 1Ts 5.17). Os santos do AT também reconheciam esse princípio. Por exemplo, foi somente enquanto Moisés perseverava em oração com suas mãos erguidas a Deus, que os israelitas venciam na batalha contra os amalequitas (ver Êx 17.11). Depois de Elias receber a palavra profética de que ia chover, ele continuou em oração até a chuva começar a cair (Ex 18.41-45). Numa ocasião anterior, esse grande profeta orou com insistência e fervor, para Deus devolver a vida ao filho morto da viúva de Sarepta, até que sua oração foi atendida (Ex 17.17-23).
PRINCÍPIOS E MÉTODOS BÍBLICOS DA ORAÇÃO EFICAZ.
1) Quais são os princípios da oração eficaz?
a) Para orarmos com eficácia, devemos louvar e adorar a Deus com sinceridade (Sl 150; At 2.47; Rm 15.11).
b) Intimamente ligada ao louvor, e de igual importância, vem a ação de graças a Deus (Sl 100.4; Mt 11.25,26; Fp 4.6).
c) A confissão sincera de pecados conhecidos é vital à oração da fé (Tg 5.15,16; Sl 51; Lc 18.13; 1Jo 1.9).
d) Deus também nos ensina a pedir de acordo com as nossas necessidades, segundo está escrito em Tiago: deixamos de receber as coisas de que precisamos, ou porque não pedimos, ou porque pedimos com motivos injustos (Tg 4.2,3; Sl 27.7-12; Mt 7.7-11; Fp 4.6).
e) Devemos orar de coração pelos outros, especialmente oração intercessória (Nm 14.13-19; Sl 122.6-9; Lc 22.31,32; 23.34).
2) Como devemos orar?
Jesus acentua a sinceridade do nosso coração, pois não somos atendidos na oração simplesmente pelo nosso falar de modo vazio (Mt 6.7). Podemos orar em silêncio (1Sm 1.13) ou em voz alta (Ne 9.4; Ez 11.13). Podemos orar com nossas próprias palavras, ou usando palavras diretas das Escrituras. Podemos orar com a nossa mente, ou podemos orar através do Espírito (i.e., em línguas, 1Co 14.14-18). Podemos até mesmo orar através de gemidos, i.e., sem usar qualquer palavra humana (Rm 8.26), sabendo que o Espírito levará a Deus esses pedidos inaudíveis. Ainda outro método de orar é cantar ao Senhor (Sl 92.1,2; Ef 5.19,20; Cl 3.16). A oração profunda ao Senhor será, às vezes, acompanhada de jejum (Ed 8.21; Ne 1.4; Dn 9.3,4; Lc 2.37; At 14.23; ver Mt 6.16).
(3) Qual a posição apropriada, do corpo, na oração?
A Bíblia menciona pessoas orando em pé (8.22; Ne 9.4,5), sentadas (1Cr 17.16; Lc 10.13), ajoelhadas (Ed 9.5; Dn 6.10; At 20.36), acamadas (Sl 63.6), curvadas até o chão (Êx 34.8; Sl 95.6), prostradas no chão (2Sm 12.16; Mt 26.39) e de mãos levantadas aos céus (Sl 28.2; Is 1.15; 1Tm 2.8).
EXEMPLOS DE ORAÇÃO EFICAZ.
A Bíblia está cheia de exemplos de orações que foram poderosas e eficazes.
1) Moisés fez numerosas orações intercessórias às quais Deus atendeu, mesmo depois de Ele dizer a Moisés que ia proceder de outra maneira.
2) Sansão, arrependido, orou pedindo uma última oportunidade de cumprir sua missão máxima de derrotar os filisteus; Deus atendeu essa oração ao lhe dar forças suficientes para derrubar as colunas do prédio onde os inimigos estavam exaltando o poder dos seus deuses (Jz 16.21-30).
3) Deus respondeu às orações de Elias em pelo menos quatro grandes ocasiões; em todas elas redundaram em glória ao Deus de Israel (17-18; Tg 5.17,18).
4) O rei Ezequias adoeceu e Isaías lhe declarou que morreria (2Rs 20.1; Is 38.1). Ezequias, reconhecendo que sua vida e obra estavam incompletas, virou o rosto para a parede e orou intensamente a Deus para que prolongasse sua vida. Deus mandou Isaías retornar a Ezequias para garantir a cura e mais quinze anos de vida (2Rs 20.2-6; Is 38.2-6).
5) Não há dúvida de que Daniel orou ao Senhor na cova dos leões, pedindo para não ser devorado por eles, e Deus atendeu o seu pedido (Dn 6.10,16-22).
6) Os cristãos primitivos oraram incessantemente a Deus pela libertação de Pedro da prisão, e Deus enviou um anjo para libertá-lo (At 12.3-11; cf. 12.5 nota). Tais exemplos devem fortalecer a nossa fé e encher-nos de disposição para orarmos de modo eficaz, segundo os princípios delineados na Bíblia.
Fonte: BEP
Marcadores: → Estudos
→ Namoro cristão
Namoro Cristão
Como ser puros em dias nos quais a sexualidade é tão explorada? Não é muito fácil! Hora após horas nos deparamos com o diabo oferecendo um cardápio “convidativo”, mexendo com nossos sentidos. Ao ligarmos a TV, lá está o maligno usando o erotismo com toda as suas forças; sãos as novelas e os filmes pornográficos (inclusive, o servo de Deus não deve assistir novelas ou filmes pornô); os programas humorísticos, são verdadeiros exploradores da sexualidade; nas revistas mulheres seminuas são tratadas como mercadorias à venda na feira e nas propagandas o nudismo vende de arroz a carros importados; na escola é o assunto das rodinhas de “amigos” que influenciam a muitos que se dizem “crentes”; no trabalho, é o assunto preferido dos companheiros e até na igreja os relacionamentos entre os jovens são imorais à semelhança do mundo.
A resposta de como ser puros neste mundo e:
"Guarda-te para que não sejas também tentado”. Gl 6.1
Este é o mandamento deixando por Deus a todos, sejam jovens ou anciãos!
É preciso ser cheio do Espírito Santo, andar em santidade, retidão e com o coração transbordando de amor pelo Eterno, este amor nos constrange a vivermos segundo os Seus preceitos. É provável que o nosso amor pelo Pai, nos colocará em algumas situações difícil, em relação à vida social ou mesmo profissional.
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça...” Mt 6.33
“Ninguém pode servir a dois senhores; ... Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mt 6.24
Amados do Senhor, melhor é servir a Deus exclusivamente, buscando colocá-Lo em primeiro lugar em todos os aspectos de nossa vida. Primeiro a vontade de Deus, em seguida a nossa! Assim deve ser a vida do Servo.
Servo de Deus: Padrão, Modelo (1Tm 4.12 e Tt 2.7)
O diabo sabiamente através de muitos canais tem ensinado que a juventude precisa aproveitar a vida, curti-la ao máximo; e nessa idéia louca, muitos pratos são apresentados, em seu interior manjares com aromas agradáveis e aparência que enche os olhos tem seduzido a muitos, destruindo totalmente as vidas.
Infelizmente é a conseqüência do pecado, da inobservância das orientações do Senhor; que
ensina-nos a dizer não ao mundo.
O maligno tem sabido manipular com grande astúcia aos homens e dissimuladamente planta em suas mentes, vazias do Espírito Santo, a aparência do mundo. Leva ao homem a pensar segundo os princípios da terra e a assimilar suas práticas. É comum encontrarmos nas igrejas pessoas que se dizem “crentes”, porém, tão envolvidos com o mundo e seus costumes que infelizmente é impossível vê-los como padrão ou modelo de alguma coisa boa. Sãos homens com longos cabelos e mulheres tosquiadas; piercing; tatuagens; roupas, músicas, linguagem comuns aos filhos das trevas; mente depravada; adeptos da masturbação e de relacionamentos nos quais a sensualidade vem à tona; seguidores de homens e de seus costumes. Meu Deus, é uma juventude dura, fria e doente.
Como ser modelo assim? Onde estão os “Timóteos” da casa do Senhor? Tm 1.18
Servos de Deus: Santos (1Co 6.13b; Cl 3.5; Sl 119.9)
Quando o Senhor chamou o homem para junto de Si, deu-lhe um mandamento:
"sede santos, como Eu sou" (1Pe 1.16)
A vida “santa” (segundo preceitos da lei divina) é a condição principal para a vitória diante do diabo e seus demônios. A santidade nos reveste com a armadura do Senhor, protegendo-nos do toque do maligno, de sua espada e dardos. Viver em santidade é morrer para o mundo, afastar-se do pecado e entronizar na vida o Senhor Jesus, obedecendo-O incondicionalmente até às últimas conseqüências. É impossível ser santo e continuar nas práticas comuns aos filhos das trevas! Se continuares a ter prazer em tais práticas, com certeza, o Senhor não tem prazer em tua vida!
Ame o Senhor acima de todas as coisas!
Servo de Deus: Puro no Namoro (Dt 7.3,4; 2Co 6.14)
A preocupação com o namoro e até mesmo a sua prática é totalmente dispensável, quando nos deixamos guiar e olhamos as coisas com a visão do Espírito de Deus; afinal, somos participantes da providência divina. É preciso que tenhamos em mente, que o Senhor nos conhece e tem um carinho especial para com cada um de Seus servos. Nada acontece por acaso; acasos não existem para Deus! Bom e sabermos esperar, pois, no devido tempo, conforme a Sua vontade será providenciada a pessoa certa para companheiro(a). Esta busca louca, desenfreada pela "cara metade" é uma distorção da vontade de Deus. É um meio de alimentar a carne com os atos impuros que normalmente há nos namoros; vergonhosamente isto acontece entre os cristãos.
Infelizmente, o diabo tem aproveitado esta brecha para entrar e agir no meio da juventude; os costumes e atos são semelhantes aos dos ímpios. “Ficar” (antigamente: paquerar) é uma prática inconcebível ao servo de Deus; em si mesma, denota que é um relacionamento apenas para a alegria da carne, a impureza e sensualidade exacerbada são comuns.
Cada vez é mais comum, encontrarmos em congressos e acampamentos de jovens os casais relâmpagos, que se formam e separa-se em apenas algumas horas! Na vida do verdadeiro servo de Deus não há lugar para isso.
Pais amados, ensine e aconselhe seus filhos a andarem nos caminhos da santidade!
Servos de Deus: Fiel ao Senhor (Rm 8.39)
Nos últimos anos muitos conceitos foram mudados e entraram em choque com os princípios bíblicos e outros ainda serão reformulados. A juventude foi atingida em cheio, encontra-se vivendo em um mundo preparado para o pecado, no entanto devem ser santos. O apelo a pecar é muito
forte e muitos falham, deixa-se levar.
A virgindade, por exemplo, deixou de ser uma honra e tornou-se vergonha. Adolescentes são questionados quanto a serem virgens e são escarnecidos quando admitem que são! Porque a zombaria? A resposta é simples: Vivemos num mundo dominado pelas forças malignas. E a idéia principal do rei do mundo é destruir o homem.
Lamento, ver que até mesmo a igreja tem incorporado como normal muitas ações comuns ao mundo! São as reuniões “sociais” e algumas idéias insanas que as afastam do Pai.
Os namoros impuros, cheio de prazeres da carne, são formas claras e evidentes da infidelidade ao Senhor (Mt 5.28; 1Ts 4.1-8; 2Pe 2.13). Geralmente, estes relacionamentos culminam na fornicação (1Co 7.2; 6.9; Gl 5.19). É uma tragédia na vida de qualquer jovem. Fugir do pecado é uma forma sábia de agir.
Servo de Deus: Foge (2Tm 2.22)
Paulo cheio do Espírito Santo, aconselhou a Timóteo dizendo: "Foge das paixões da mocidade". É um conselho completo para você, de fácil entendimento: Foge do pecado! Foge!
O Espírito de Deus está dizendo: Evite as companhias que não edificam e o induzem ao pecado! Não freqüentes lugares, onde o Senhor não entraria!
Uma auto-pergunta: “O Senhor Jesus agiria assim?”
E Lembre-se: "de todas as coisas o Senhor te pedirá conta”. Ec 11.9
Elias R. de Oliveira
Marcadores: → Estudos
Depressão, como sair?
Depressão, como sair?
Jó 19:1-29 Quem não teve em algum momento em sua existência aqui nesta terra, algo chamado depressão. Quem não se viu na vida passando por momentos de extrema insatisfação de sua alma. Quem não se viu em algum dia envolto na mais tremenda angustia em seu espírito, pensando quem sabe na morte como melhor aliada, melhor solução. A Bíblia registra uma pessoa que viveu em sua época este drama, pois seus problemas avolumaram-se. Sua família, seus bens, sua saúde foram tiradas, e agora só, triste, mantinha a única coisa que o sustentava de pé, ou seja, a sua fé em seu Redentor, o Senhor nosso Deus. Depressão é um sentimento traiçoeiro, pessoal. É uma angustia que chega e se instala no coração.
Chega sem pedir licença; Às vezes sorrateiramente preenchendo a alma de temores infundados, que na verdade são como pontes que ligam o consciente ao inconsciente. A forma ou a intensidade como cada um de nós reagimos a esta invasão de nosso ser varia de pessoa para pessoa, de situação para situação. De fato a depressão tem a sua origem em vários fatores que o consciente ou o inconsciente tentam reagir e que com força esperam sucumbir-nos, tirando-nos principalmente o ânimo e a coragem de lutar pela vida. Neste dia, Deus coloca no meu coração esta palavra de ajuda a você que vive quem sabe esta síndrome dos últimos dias. Este círculo vicioso do estado da alma que faz com que a vida se torne tremendamente frustrante e que causa na mente, e no coração um impacto de sugestões que nos levam a ter uma auto-imagem cheia de tormento, cheia de temores. Às vezes procuramos através de medicamentos, através da medicina convencional, da ciência ou até da psicanálise e outros meios, na esperança de reverter este quadro crônico, este tumor imaginário que tem aos poucos tirado a vontade de viver. Quem sabe amigo, hoje você não vive, apenas vegeta, pois a sua mente já mandou sinais para o seu corpo, de que não vale a pena lutar. O problema tem aumentado. Existe uma crise interior, mais do que exterior ao seu redor e você não consegue reagir, tomar novas posições. Sair para o novo, sair da depressão.
Eu não sei qual a causa que tem te levado a desistir da vida, porque os problemas são diferentes de pessoa para pessoa, porém neste dia eu quero confiar que tenho a unção do Senhor, para ministrar à sua necessidade algo novo e assim fortalecer a sua vida. Quem sabe um milagre vai acontecer repentinamente. Um desbloqueio de mente em meio a tantos remédios que você tem através dos tempos tem tomado para depressão. Um fortalecimento do coração para entender a sua real situação e juntos acharmos soluções reais e Eternas em nosso Deus. Preste atenção amado(a). Quero ter a liberdade de fazer algumas declarações e sugestões para a sua vida, a fim de vermos resultados práticos, concretos.
I. A origem da depressão não está em Deus.
É muito importante você saber, e ter o conhecimento nesta oportunidade, que a depressão não tem a sua origem em Deus. Não é Ele quem coloca este sentimento em você. Jó em nosso texto base faz várias declarações que o levaram a pensar que Deus estava por trás da sua depressão. Ele diz entre outras coisas: Vers.6 – “sabei, que Deus é que me oprimiu e com a sua rede me cercou”. Vers.9 – “da minha honra me despojou, e tirou-me da cabeça a coroa”. Vers.10- “ele me arrancou a esperança”... Vers.11- “Faz inflamar contra mim a sua ira”. Vers.13- “Pois longe de mim os meus irmãos”. Vers.21 – “a mão do Senhor me atingiu”.
Veja bem quantas declarações tediosas Jó relata aos seus amigos, tentando achar soluções para a angustia que sentia. Tentava justificar-se a todo o instante, direcionando suas lamúrias ao vento sem fundamento. Quem sabe, você está fazendo a mesma coisa dia após dia. E este acúmulo de procedimentos tem se transformaram em declarações, e com isso tem feito você acreditar como sendo verdades. É como se fosse uma tortura diária, constante, trazendo-lhe inclusive reações físicas, como dor de cabeça, enjôos sem explicação, dores lombares, dores estomacais, ulcera nervosa, dores na coluna, etc. A primeira coisa importante que você deve tomar conhecimento, é que não procede de Deus nenhuma condenação, que trabalhando no seu consciente ou inconsciente coloque você no estado que você se encontra.
2. Você pode contar com a ajuda do Espírito Santo de Deus
A segunda informação importante que quero comunicar-lhe é que depende de você somente, o sair desta situação que se encontra. Isto porque Deus quer que você se posicione favorável à sua ação. Em outras palavras o que você tem, o que o está deprimindo é algo tremendamente espiritual e que precisa cura através do Espírito Santo de Deus. Deixa-me lhe dizer algo: “Na medida em que você reage favoravelmente a ação do Espírito Santo de Deus, todo o seu ser, ou seja: corpo, alma e espírito reagirá a seu favor a que um milagre aconteça na sua vida.. Isto mesmo. Milagres acontecem em nossos dias. O nosso Deus é o Deus do impossível. Ele é o doador da vida. Ele luta por aqueles que acreditam no seu mover restaurador. Ele quer fazer em sua vida uma espécie de cirurgia espiritual, ou seja, através do seu bisturi chamado Espírito Santo. Ele quer neste momento mesmo, em que você está lendo esta mensagem, eliminar este tumor chamado depressão crônica que tem neutralizado a sua fé, a sua credibilidade no Deus que continua a fazer grandes coisas em sua vida independentemente da sua percepção.
3. Você não está sozinho, Deus está do teu lado.
A terceira observação, que eu gostaria que você levasse bastante a sério neste dia, é o seguinte: “Preste atenção” O maior interessado do seu bem estar, no fortalecimento do seu ser. A pessoa que quer que você reaja favoravelmente e saia de vez desta angustia, desta depressão é o próprio Deus. Abra a sua mente e coração neste instante e receba mais esta informação valiosíssima, que com certeza poderá mudar a sua vida por completo. Deus o ama. Deus a ama. Deus o respeita, e o aceita tal como você é. Neste primeiro momento de entendimento, de aproximação da verdade que liberta, que redime, que perdoa. Deus não está interessado em nada a não ser o seu bem estar. A sua vida, Ele a tem por mais que preciosa.
Ele espera de sua parte que você o receba pela fé em seu coração. Deus o ama tanto que enviou Jesus, seu filho para morrer em seu lugar. Deus é vida, é amor, é paz, e segurança. Deus é eternidade, é a verdade que liberta qualquer tipo de depressão, qualquer doença. Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente o mesmo. Deus é onisciente, isto quer dizer que Nele está concentrado todo o conhecimento. Ele é o dono da ciência e conhece a sua necessidade. Ele sabe o seu nome, o seu endereço. Nada passa despercebido aos seus olhos. Deus é também onipresente, isto quer dizer que não existe espaço geográfico que o possa prender. Deus é Deus, portanto livre para estar em toda parte ao mesmo tempo, em todo lugar.
Ele é o principio e o fim. Isto quer dizer que Ele não está longe como muita gente pensa e sim bem perto. E Deus é também é onipotente ou seja: Ele tem todo o Poder. Ele tem o domínio de tudo e todos. Ninguém, em qualquer época passada, presente ou futuro tem condições de detê-lo em força. Ele soberano sobre todas as coisas, sobre todas as pessoas. O universo está em suas mãos. Amado(a) você não precisa mais viver debaixo do julgo da depressão. O nosso Redentor Vive. Ele se levantará sobre a terra ao nosso favor. Ao teu favor. Você tem condições de se encontrar com Ele. Na medida em que você ansiar pela sua presença, Ele com certeza se manifestará em Glória e desfará toda ação contrária do inimigo que tem assolado, que tem perturbado a sua mente. Crendo na pessoa de Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo, você pode a partir de agora ficar livre das depressões. Você agora está livre para agir com a sua mente e coração na direção daquele que deve ser tudo em sua vida, ou seja, o nosso Deus. Posicione-se hoje, agora e saia em nome de Jesus Cristo da depressão.
ORAÇÃO: Preste atenção: Você que está vivendo em depressão, eu vou pedir que ore comigo se possível em voz alta, crendo em sua libertação por meio de Jesus Cristo. Meu Deus, eu não conheço este pastor que me trouxe a revelação da Palavra de Deus ao meu coração neste dia, porém eu creio que esta Palavra é a Palavra de Deus para este momento de minha vida. Eu a recebo em fé, pois a Bíblia diz em Rm.11:1,6
• Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.
• Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Meu Deus, através da Pessoa de Jesus Cristo eu recebo agora a libertação para os meus traumas emocionais. Esta depressão que tem atordoado a minha mente, a minha vida, eu a rejeito no nome de Jesus Cristo. A partir de agora, de hoje em diante ela não mais estará no comando. De agora em diante quem dirige a minha vida é o Senhor Jesus Cristo, através do seu Espírito Santo. Lanço fora, portanto todo o medo, toda a angustia, toda a depressão, toda tristeza. Recebo o Senhor. Recebo o Seu amor. Recebo o Seu perdão e a Sua alegria em minha vida. Celebro a partir de agora a Vida.
Quero vivê-la com coragem, com vigor, com dinamismo, com unção, na presença daquele que me ama de verdade e que me aceita da foram que eu sou, o Senhor Jesus, autor e consumador da minha fé. Faço esta oração em nome de Jesus Cristo o meu Redentor que vive para o todo o sempre, Amém. Se você fez esta oração comigo, nos escreva contando o que Deus fez em sua vida. Estamos aqui para ajudá-lo (a). “Nunca se esqueça: Deus é sempre maior que os problemas que enfrentamos no dia a dia”. Deus o (a) abençoe, bem como toda a sua família. Em Cristo Jesus,
Pr. Nélson
Marcadores: → Estudos
→ Aborto um Pecado
Aborto, um pecado
O aborto é definitivamente errado. Abortar é tirar a vida de um ser humano, pois a Bíblia mostra que a vida começa na concepção. Deus nos forma quando estamos ainda no ventre da nossa mãe ("Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe." Sl 139.13). O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo foram chamados por Deus antes deles terem nascido ("Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações." Jr 1.5; "Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo." Gl 1.15). João Batista pulou no ventre de sua mãe quando a voz de Maria, a mãe do Senhor, foi ouvida ("Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga." Lc 1.44). Obviamente, as crianças já no ventre têm uma identidade espiritual.
Desde o momento da concepção, há um progresso de desenvolvimento até chegarmos à idade adulta. Deus condenou os israelitas que estavam oferecendo seus filhos ao deus pagão Moloque. Tais crianças eram queimadas nas chamas de sacrifício ("Se um israelita ou um estrangeiro que vive no meio do povo de Israel separar um dos seus filhos para servir o deus Moloque, ele deverá ser morto a pedradas pelo povo." Lv 20.2), oferecidos a um deus de sensualidade e conveniência. O mesmo está ocorrendo hoje e, agindo dessa maneira, nós estamos dizendo que o seres humanos não têm nenhum valor. Essa é uma marca terrível de nossa sociedade.
A Bíblia não é mais especifica na questão do aborto, porque tal prática teria sido algo impensável ao povo de Deus. Por exemplo, quando Israel estava no Egito, um cruel Faraó forçou os israelitas a matarem seus bebês recém-nascidos. Na Bíblia isso é visto como o tipo mais cruel de opressão ("O rei do Egito deu a Sifrá e a Puá, que eram parteiras das mulheres israelitas, a seguinte ordem:—Quando vocês forem ajudar as mulheres israelitas nos seus partos, façam o seguinte: se nascer um menino, matem; mas, se nascer uma menina, deixem que viva. Porém as parteiras temiam a Deus e não fizeram o que o rei do Egito havia mandado. Pelo contrário, deixaram que os meninos vivessem. Então o rei mandou chamar as parteiras e perguntou: —Por que vocês estão fazendo isso? Por que estão deixando que os meninos vivam? Elas responderam: —É que as mulheres israelitas não são como as egípcias. Elas dão à luz com facilidade, e as crianças nascem antes que a parteira chegue. As parteiras temiam a Deus, e por isso ele foi bom para elas e fez com que tivessem as suas próprias famílias. E o povo de Israel aumentou e se tornou muito forte. Então o rei deu a seguinte ordem a todo o seu povo: —Joguem no rio Nilo todos os meninos israelitas que nascerem, mas deixem que todas as meninas vivam." Ex 1.15-22). A idéia de matar seus próprios filhos teria sido uma anátema aos hebreus. Por todo o Antigo Testamento, as mulheres ansiavam por ter filhos. Os filhos eram considerados um dom de Deus. As mulheres oravam para não serem estéreis. Como poderia uma mulher justa se voltar contra seus próprios filhos para destruí-los? O aborto não é somente impensável, como também é a pior das barbaridades pagãs.
Pat Robertson
Marcadores: → Estudos
→ Louvor a Deus
Louvor ao Senhor
“Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.” Sl 9.1,2
A IMPORTÂNCIA DO LOUVOR.
A Bíblia constantemente exorta o povo de Deus a louvar ao Senhor.
(1) O Antigo Testamento emprega três palavras básicas para conclamar os israelitas a louvarem a Deus: a palavra barak (também traduzida “bendizer”); a palavra balal (da qual deriva a palavra “aleluia”, que literalmente significa “louvai ao Senhor”); e a palavra yadah (às vezes traduzida por “dar graças”).
(2) O primeiro cântico na Bíblia, entoado depois de os israelitas atravessarem o mar Vermelho, foi, em síntese, um hino de louvor e ação de graças a Deus (Êx 15.2). Moisés instruiu os israelitas a louvarem a Deus pela sua bondade em conceder-lhes a terra prometida (Dt 8.10). O cântico de Débora, por sua vez, congregou o povo expressamente para louvar ao Senhor (Jz 5.9). A disposição de Davi em louvar a Deus está gravada, tanto na história da sua vida (2Sm 22.4,47,50; 1Cr 16.4 ,9, 25, 35, 36; 29.20), como nos salmos que escreveu (9.1,2; 18.3; 22.23; 52.9; 108.1, 3; 145). Os demais salmistas também convocam o povo de Deus a, enquanto viver, sempre louvá-lo (33.1,2; 47.6,7; 75.9; 96.1-4; 100; 150). Finalmente, os profetas do Antigo Testamento ordenam que o povo de Deus o louve (Is 42.10,12; Jr 20.13; Sl 12.1; 25.1; Jr 33.9; Jl 2.26; Hc 3.3).
(3) O chamado para louvar a Deus também ecoa por todo o NT. O próprio Jesus louvou a seu Pai celestial (Mt 11.25; Lc 10.21). Paulo espera que todas as nações louvem a Deus (Rm 15.9-11; Ef 1.3,6,12) e Tiago nos conclama a louvar ao Senhor (Tg 3.9; 5.13).
E, no fim, o quadro vislumbrado no Apocalipse é o de uma vasta multidão de santos e anjos, louvando a Deus continuamente (Ap 4.9-11; 5.8-14; 7.9-12; 11.16-18).
(4) Louvar a Deus é uma das atribuições principais dos anjos (103.20; 148.2) e é privilégio do povo de Deus, tanto crianças (Mt 21.16; ver Sl 8.2), como adultos (30.4; 135.1,2, 19-21). Além disso, Deus também conclama todas as nações a louvá-lo (67.3-5; 117.1; 148.11-13; Is 42.10-12; Rm 15.11). Isto quer dizer que tudo quanto tem fôlego está convocado a entoar bem alto os louvores de Deus (150.6). E, se tanto não bastasse, Deus também conclama a natureza inanimada a louvá-lo — como, por exemplo, o sol, a lua e as estrelas (148.3,4; cf. Sl 19.1,2); os raios, o granizo, a neve e o vento (148.8); as montanhas, colinas, rios e mares (98.7,8; 148.9; Is 44.23); todos os tipos de árvores (148.9; Is 55.12) e todos os tipos de seres vivos (69.34; 148.10).
MÉTODOS DE LOUVOR.
Há várias maneiras de se louvar a Deus.
(1) O louvor é algo fundamental na adoração coletiva prestada pelo povo de Deus (100.4).
(2) Tanto na adoração coletiva como noutros casos, uma maneira de louvar a Deus é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais (96.1-4; 147.1; Ef 5.19,20; Cl 3.16,17). O cântico de louvor pode ser com a mente (i.e., em idiomas humanos conhecidos) ou com o espírito (i.e., em línguas; 1Co 14.14-16, ver 14.15).
(3) O louvor mediante instrumentos musicais. Neste particular o AT menciona instrumentos variados, de sopro, como chifre de carneiro e trombetas (1Cr 15.28; Sl 150.3), flauta (1Sm 10.5; Sl 150.4); instrumentos de cordas, como harpa e lira (1Cr 13.8; Sl 149.3; 150.3), e instrumentos de percussão, como tamborins e címbalos (Êx 15.20; Sl 150.4,5).
(4) Podemos, também, louvar a Deus, ao falar ao nosso próximo das maravilhas de Deus para conosco, pessoalmente. Davi, por exemplo, depois da experiência do perdão divino, estava ansioso para relatar aos outros, o que o Senhor fizera por ele (51.12,13, 15).
Outros escritores bíblicos nos exortam a declarar a glória e louvor de Deus, na congregação do seu povo (22.22-25; 111.1; Hb 2.12) e entre as nações (18.49; 96.3,4; Is 42.10-12). Pedro conclama o povo de Deus “para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). Noutras palavras, a obra missionária é um meio de louvar a Deus.
(5) Finalmente, o crente que vive a sua vida para a glória de Deus está a louvar ao Senhor. Jesus nos relembra que quando o crente faz brilhar a sua luz, o povo vê as suas boas obras e glorifica e louva a Deus (Mt 5.16; Jo 15.8). De modo semelhante, Paulo também mostra que uma vida cheia de frutos da justiça louva a Deus (Fp 1.11).
MOTIVOS PARA LOUVAR A DEUS.
Por que o povo louva ao Senhor?
(1) Uma das evidentes razões vem do esplendor, glória e majestade do nosso Deus, aquele que criou os céus e a terra (96.4-6; 145.3; 148.13), aquele a quem devemos exaltar na sua santidade (99.3; Is 6.3).
(2) A nossa experiência dos atos poderosos de Deus, especialmente dos seus atos de salvação e de redenção, é uma razão extraordinária para louvarmos ao seu nome (96.1-3; 106.1,2; 148.14; 150.2; Lc 1.68-75; 2.14, 20); deste modo, louvamos a Deus pela sua misericórdia, graça e amor imutáveis (57.9, 10; 89.1,2; 117; 145.8-10; Ef 1.6).
(3) Também devemos louvar a Deus por todos os seus atos de livramento em nossa vida, tais como livramento de inimigos ou cura de enfermidades (9.1-5; 40.1-3; 59.16; 124; Jr 20.13; Lc 13.13; At 3.7-9).
(4) Finalmente, o cuidado providente de Deus para conosco, dia após dia, tanto material como espiritualmente, é uma grandiosa razão para louvarmos e bendizermos o seu nome(68.19; 103; 147; Is 63.7).
Fonte: BEP
Marcadores: → Estudos







